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Natural de Uru, pequena cidade do interior Paulista, hoje residente em Pirajuí, o violeiro e artesão tem sua trajetória marcada inicialmente pelo violão que o acompanhou nas primeiras composições e nos primeiros festivais. A partir de 1995, adotou a viola como principal instrumento, absorvendo seu universo cultural que veio de encontro com suas raízes, motivo pelo qual ampliou sua produção musical, tanto na arte de tocar como na de fabricar o instrumento.
Com base nos valores da cultura caipira e misturando elementos que formam nossa Música Brasileira, Levi Ramiro celebra em suas composições, a poesia e a simplicidade da vida interiorana.


Vem apresentando-se desde 1997, com a gravação do primeiro trabalho, em vários espaços culturais e unidades do SESC pelo Brasil, em programas de TV e Rádio que valorizam a boa música, divulgando também seu trabalho como artesão.

Alguns músicos que usam violas fabricadas por Levi Ramiro: Ricardo Vignini (Cabacítara-viola feita com cabaça com som de cítara), Ricardo Matsuda (Viola convencional escavada e viola de cabaça), Fábius-Trio Tamoio (violas de cabaça), Fabrício Conde (Viola de cabaça), João Arruda (Viola de cabaça), Jackson Ricart (Viola de cabaça)...


Trabalhou como músico instrumentista na gravação de CDs como: “Eu plural” ( Tribo terra ), “Vida de vaqueiro” ( Geraldo do Norte ), “Razão da raça rústica” ( Matuto moderno ), “Folias do Brasil” ( Dércio Marques), “As liras pedem socorro” ( Socorro Lira ), “Sentimento matuto” ( Júlio Santin ), “Que eu traga na canção” (Ana Person ), "Cantador" (Cláudio Lacerda), "Canto das horas" (Adriano Rosa), "Esmeros" (Zé Esmerindo), "Uma viola ao sul" (Valdir Verona), "Circuito Syngenta de viola instrumental" 3s Komedi Syngenta.


Tem composições gravadas nos CDs: “Avarandado” ( Ana Salvagni ), “Razão da raça rústica” ( Matuto moderno ), “Sentimento Matuto” ( Júlio Santin ) e “Folias do Brasil” ( Dércio Marques ), "Na paleta do pintor" (Tânia Grinberg), "Esmeros" (Zé Esmerindo), "Canto das horas" (Adriano Rosa), "Uma viola ao sul" (Valdir Verona).


Trabalhou na direção musical dos CDs: “As liras pedem socorro” ( Socorro Lira ), “Sentimento matuto” ( Júlio Santin), "Canto das horas" (Adriano Rosa) e "Lufada em viola de cocho" (Daniel de Paula).



Levi Ramiro ministrou várias oficinas de fabricação e toque de viola pelo Brasil, principalmente pelas Delegacias Regionais da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, destacando sua oficina “Fabricação da Viola Brasileira feita com cabaça” ministrada nas unidades do Sesc Bauru, Consolação( São Paulo ), Catanduva e Santos.


Em 2004, participou do primeiro grande Festival de Música Instrumental para Viola, promovido pela empresa Syngenta e a Direção Cultura, ficando entre os 16 finalistas. Foi mediador da mesa Música Caipira no Primeiro Seminário de viola Caipira em 2007 promovido pela anvb (Associação Nacional dos Violeiros do Brasil), participou do encontro "Mestres do mundo" em Juazeiro do Norte CE e foi Anfitrião do Circuito Syngenta de Viola Instrumental 2009-2010 .



Discografia:
Maracanãs (independente) 1997. Produção, Levi Ramiro e José Esmerindo.
Viola de todos os cantos (Devil Discos) 2001.
Mais uma saudade (Devil Discos) 2005.
 Nosso quintal (patrocínio Intermédica) 2008 e Trilha dos Coroados (Proac- Selo Folguedo, distribuição Tratore) 2009. Próximo LANÇAMENTO para 2011 - Prosa na Base do Ponteio (Viola sem Rodeio) Instrumental - Independente.
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Blog EntryOFICINA DE FABRICAÇÃO DA VIOLA BRASILEIRA FEITA COM CABAÇA
               O artesão Levi Ramiro tem como característica principal a inventividade, sempre em busca de um novo timbre ou uma nova possibilidade com resultado sonoro e... more
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